Ação destaca a importância do cumprimento das normas e do uso de equipamentos de segurança para um trânsito mais seguro

Objetivo é promover o uso responsável desses meios de transporte e contribuir para um trânsito mais seguro para todos
#PraTodosVerem: Imagem de um casal andando em um ciclomotor em uma via arborizada ao pôr do sol. Ambos usam capacete — a pessoa na garupa usa um capacete com estampa colorida e está com os braços abertos, transmitindo sensação de liberdade. Ao lado direito da imagem, há um fundo laranja com o texto em destaque: “NOVA LEGISLAÇÃO” e, abaixo, “bicicletas - autopropelidos ciclomotores elétricos”.
A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana,
em parceria com a Guarda Civil, reforça a importância do cumprimento da
legislação de trânsito por condutores de bicicletas elétricas, veículos autopropelidos
e ciclomotores no município.
Diante do aumento da circulação desses veículos nas vias públicas e da
necessidade de ampliar a conscientização sobre as normas vigentes, serão
realizadas, ao longo do ano, ações integradas de orientação e fiscalização. A
iniciativa tem como objetivo promover o uso responsável desses meios de
transporte e contribuir para um trânsito mais seguro para todos.
De
acordo com a Resolução nº 996/2023 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran),
atualizada com diretrizes válidas para 2026, é fundamental que a população
compreenda as diferenças entre os tipos de veículos e suas respectivas
exigências.
As
bicicletas elétricas são veículos de propulsão humana com motor auxiliar, com
potência de até 1000W e velocidade máxima de 32 km/h, sem uso de acelerador. Já
os equipamentos autopropelidos, como patinetes e skates elétricos, possuem as
mesmas limitações de potência e velocidade, mas permitem o uso de acelerador.
Para ambos, não há exigência de placa ou Carteira Nacional de Habilitação
(CNH), mas reforçamos a importância do uso do capacete para segurança dos
próprios condutores.
Já
os ciclomotores — como scooters e motos de até 50 km/h — exigem registro e
emplacamento, além de habilitação do condutor (CNH categoria A ou Autorização
para Conduzir Ciclomotor – ACC) e uso obrigatório de capacete.
A
legislação também define regras de circulação. Bicicletas elétricas e
autopropelidos podem utilizar ciclovias e ciclofaixas, enquanto os ciclomotores
são proibidos nesses espaços. Em vias urbanas sem ciclovias, esses veículos
podem circular em locais com limite de até 40 km/h. Já em rodovias e vias de
trânsito rápido, a circulação de bicicletas elétricas e autopropelidos não é
permitida, e os ciclomotores só podem trafegar quando houver acostamento.
A
circulação em calçadas é permitida apenas quando houver regulamentação local,
com velocidade máxima de 6 km/h e sempre priorizando o pedestre.
Entre
as infrações mais comuns envolvendo ciclomotores estão a condução destes por
pessoas não habilitadas, incluindo menores de idade, ausência de placa, falta
de registro, condução sem capacete e circulação em locais proibidos. As
penalidades incluem multas e outras medidas previstas na legislação de
trânsito.
O
secretário de Mobilidade Urbana, Diego Vido, destaca que a iniciativa busca,
antes de tudo, conscientizar a população. “Nosso objetivo é orientar os
condutores para que compreendam as regras e utilizem os veículos de forma
segura e responsável. A informação é fundamental para prevenir acidentes e
garantir um trânsito mais organizado para todos”, afirma.
A
Secretaria de Mobilidade Urbana destaca que a iniciativa tem como principal
objetivo orientar os condutores e garantir mais segurança viária, incentivando
atitudes responsáveis no dia a dia.
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